CURSO
Afetos críticos: contra-histórias da arte, arquiteturas, anacronismos
Eduardo Jorge de Oliveira
25 a 28 de agosto de 2026
FAUFBA, Salvador/BA
Nós, do Laboratório Urbano (PPGAU-UFBA), temos a satisfação de convidar todas e todos para o Ciclo de Seminários Afetos críticos: contra-histórias da arte, arquiteturas, anacronismos, ministrado pelo Prof. Eduardo Jorge de Oliveira.
O ciclo investiga as relações entre a crítica de arte e a dimensão afetiva, tomando como pontos de partida as reflexões de Mário Pedrosa, Guy Brett e Jean Clay e suas ressonâncias nas práticas artísticas das décadas de 1960 e 1970.
Organizado em cinco sessões condensadas de três horas cada, o ciclo acompanha a circulação transatlântica de artistas, textos e teorias por meio de revistas como Robho e Macula, articulando contracultura, guerrilha cultural e produção teórica. Abre-se, ainda, aos entrelaçamentos entre artes espaciais, poesia experimental, arquitetura e experiências urbanas, acompanhando circuitos e correspondências como cartografias afetivas nas quais a imaginação se constitui como espaço social, campo de ação e margem de manobra.
CARGA HORÁRIA
A atividade é gratuita e aberta ao público externo à UFBA. Será emitido certificado, com carga horária de 15 horas, para quem obtiver frequência mínima de 75% nas atividades do curso.
FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO
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SOBRE O PROFESSOR

Eduardo Jorge de Oliveira é professor visitante do PPGAU-UFBA, doutor e pesquisador nas áreas de cultura visual, literatura comparada e teoria literária. Obteve o doutorado em Teoria da Literatura e Literatura Comparada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pela École Normale Supérieure (ENS), em Paris.
Foi pesquisador do Centre d’Histoire et Théorie des Arts (CEHTA), da École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS), em Paris, entre 2014 e 2016; do Deutsches Forum für Kunstgeschichte (DFK), em Paris, em 2022; e do Instituto Max Planck, em Roma, também em 2022.
É autor dos livros Invented Skins: Epidermal Readings in Brazilian Art and Literature (Diaphanes, 2025), O mundo a zero: Drummond, Haroldo de Campos, Ricardo Aleixo e as máquinas do mundo (Editora UFMG, 2024), O fantasma do método (Iluminuras, 2024), Beschweigen, Bezeichnen: Mira Schendel und die Schrift unmittelbaren Erlebens (tradução de Melanie Strasser, Diaphanes, 2020) e A invenção de uma pele: Nuno Ramos em obras (2018).
Como cineasta, realizou uma trilogia de filmes-ensaio sobre a alegria pública, com filósofos e pensadores, em São Paulo, Lisboa e Paris. Com especial interesse pelas relações entre escrita artística e procedimentos literários, atua como pesquisador sênior da Cátedra de Arte no Espaço e no Tempo da ETH Zurique.
CALENDÁRIO DAS SESSÕES

