Artigo

Baianas do Acarajé: Patrimônio Urbano Imaterial?

Carolina Ferreira da Fonseca

Anais do IV ENECULT, Salvador, 2008

A seguinte discussão pretende entender como se relacionam as espacialidades espetaculares, como o pelourinho; as políticas patrimoniais, dentre elas o decreto 3551/ 2000 e as práticas tradicionais urbanas, dentre elas o ofício das baianas do acarajé. Trata-se de uma abordagem que busca contribuições nas elaborações teóricas de Habermas, Arendt e Guattari & Rolnik acerca da cultura; nas entrevistas das baianas do acarajé, Dulcimeire [Meire] e Ernestina [Tina]; nas tensões efetuadas entre as aproximações da realidade e as formulações teóricas; e nas idéias encontradas no processo de registro do Ofício de baiana do acarajé como Patrimônio Imaterial. As formulações desta reflexão são interceptadas por uma breve ficção que figura outra possibilidade de enfrentamento destas realidades.


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